domingo, 6 de dezembro de 2009

sábado - 5/12 - Encerramento do GESTAR II de São Leopoldo

Este encontro marcou  o final do curso, mas o começo de um grande grupo de amigos, que seguirão juntos nos encontros e desencrontros dessa caminhada, a qual nos dedicamos diariamente. É muito bom fazer amigos!!!!!
Na abertura do encontro, a apresentação do grupo de Dança e teatro da escola Santa Marta emocionou os participantes,



Elencando nossos momentos, foram apresentados projetos de algumas cursistas, das formadoras Luciane,Juraci e Regina.  Também a coordenadora do projeto no minicípio, Lucrécia relatou o seu projeto de Leitura, que envolveu várias escolas, assim como a realização de um sonho da maioria delas e dos professores. O sonho de levar um escritor para conversar com seus leitores. Foi gratificante ver como alunos carentes estiveram engajados nesse diálogo.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Encontro de 3 /12

 Entrega dos trabalhos e materias referentes ao encerramento do curso e recebimento do certificado.
 Avaliação do curso, da formadora, dos recursos e do material recebido.
 

      O filme é uma longa metragem e apresenta a realidade de uma pacata cidade que tinha como principal problema a falta de água doce, uma cidade ideal para refúgio dos exilados de qualquer revolução. Numa cidade com essa característica o desemprego era algo comum. Mário Ruopollo era um cidadão de poucas letras e conseguiu um emprego de carteiro para um único destinatário, o escritor famoso Pablo Neruda, exilado. Mário teria que sobreviver com a gorjeta que receberia do escritor, pois o salário era muito baixo segundo as palavras do empregador
Mário interessou-se tanto pela fama que atraia a atenção de tantas mulheres que se tornou amigo de Neruda, tendo aprendido com este a conquistar seu grande amor, uma bela jovem da cidade. Além disso, o aprendiz tornou-se um notório crítico ao sistema opressor, tendo sido morto na revolução por defender os direitos dos menos favorecidos.


Vemos no filme a importância da afetividade para a aprendizagem. O Jovem Mário não teria adquirido o espírito pesquisador e não teria se tornado uma pessoa diferente, corajosa, livre da alienação se não tivesse sido valorizado pelo grande poeta. Este que passou uma imagem fácil do que é a verdadeira poesia, tendo estimulado no espírito do jovem o desejo de aprender tal arte.

O desenvolvimento da habilidade do jovem senhor se deu com grande rapidez, resultado de longas leituras. A leitura abre caminho para novas descobertas, ela liberta o indivíduo de sua individualidade, de seu pequeno mundo e lhe permite ver o global e agir sobre eleSem dúvida o Filme é uma grande fonte de reflexão para o Supervisor Educacional, a quem é imprescindível a leitura, a investigação, a quem é imprescindível acreditar em seu potencial e a quem é imprescindível criar estratégias inteligentes para desenvolver o potencial de professores, alunos e demais funcionários.
Com o filme, reforçamos a convicção de que as pessoas aprendem com muita facilidade aquilo que interessa a elas. É importante que tornemos as aulas interessantes a nossos alunos, assim como é importante que tornemos interessante nossa prática supervisora, para que nossos professores tenham prazer em avançar em busca da melhor qualidade da educação.

Publicado em: dezembro 09, 2008
Links importantes : http://www.shvoong.com, www.google.com.br, http://www.yahoo.com.br/





Folheando o TP2  temos na p.109, unidade 8, Linguagem Figurada.



O texto literário não se caracteriza pela simples preseça de uma figura.Na realidade, ele se constrói numa costura de figuras e outros recursos, para criar sua condição estética. (TP2,p.123)



No AAA2, Versão do Aluno, p.77, detaca-se um fragmento do filme O carteiro e o Poeta com atividades para sala de aula.




Momento  de  trocas de presentes, de lembrancinhas, de carinhos, de telefones e abraços . Enfim, a última quinta-feira de estudos.... Que bom!!!! tarefa cumprida!!! Ah!! Não esqueçam: Sábado tem o encerramento  no Teatro da Biblioteca Municipal. Até lá!!!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Encontro de 26/11

http://www.youtube.com/watch?v=HXdEylfP1Cs - vídeo


Primeiro momento - descontrair e comentários do vídeo "Assalto Linguístico". com o grupo de teatro Os Melhores do Mundo.
Os Melhores do Mundo apresentando o esquete "O Assalto" no Programa do Jô (2002). Esse esquete faz parte da peça Notícias Populares, a mesma do Joseph Climber. http://www.youtube.com/watch?v=1uBOlroAmRY


Relação do texto lido para esse encontro - Nem todo uso da língua tem que se pautar pela norma culta, de Irandé Antunes- com o vídeo.

      " Quanto maior é o domínio das variedades de uma língua, maior é a capacidade de alguém para usá-la adequadamente em cada circunstância. Não há por que usar, em toda oportunidade, as variedades cultas."( Irandé Antunes)


Indicação de leitura e sugestões: Gramática Descritiva - ( é a de usos da língua)
                                                          de Maria Helena de Moura Neves- 2000

No TP2, a unidade 5 apresenta a Gramática e seus vários sentidos.
                       Seção1:  A gramática interna e o ensino produtivo
                       Seção 2: A gramática descritiva e o ensino reflexivo
                       Seção 3: A gramática normativa e o ensino prescritivo
Folheamos o TP2 e observamos  as tarefas que são sugeridas para o trabalho em sala de aula.
Nesta unidade o assunto abordado da gramática é a Frase e sua organização, mostra como cada texto é constituido por frases escolhidas pelo locutor ou escritor.

" [...]o fundamental é insistir na posição de que só o contexto pode definir a melhor organização da frase ou do período. Portanto, cada caso é um caso. Isso quer dizer que, se às vezes é mais pertinente a frase, ou o período curto: em outras, o mais adequado é o período elaborado com mais orações, marcadas por relações mais complexas."(TP2.p.66)

Relato das atividades de gramática aplicadas em sala de aula. A troca de experiência foi enriquecedora.

Brincadeira que envolve atenção: Vamos viajar de Avião? E o que podemos levar [?
  A primeira rodada, a professora inicia( com qualquer nome,mas tem que deixar que a turma descubra qual é a regra da brincadeira,que pode ser a letra inicial da palavra).

Encontro do dia 19/11

Leitura introdutória da  Oficina de AOficina de pintura.Tp2. Unidade 7 . p.75. A arte: forma e função.




 Oficina de arte:
Professora convidada Nara Locatelli, profissional e autoridade no assunto. Parabéns!!!!!! Excelente didática!

Material necessário:


1 pote de tinta de 250ml (pode ser tempera ou acrílica).
1 pincel chato n.º: 22 ou 24.
1 folha de papel canson branco, tamanho A3..
Jornais velhos para forrar as mesas.
Pote para colocar os pincéis na água após o uso.
Avental para proteger a roupa.
Obs.: o material acima é individual.

Descrição da atividade.


Dispor as classes ou mesas de forma que seja possível cada participante circular em torno das mesmas;


Forrar as mesas com jornais;


Dispor sobre os jornais uma ao lado da outra as folhas de papel canson (uma por participante);


Em uma mesa a parte misturar as tintas criando cores inusitadas (uma nova cor por participante, em quantidade que, imagine-se, seja suficiente para pintar todo o espaço de uma das folhas do papel canson);


Cada participante ficará em frente a uma das folhas do papel canson, com sua tinta em uma das mãos e um pincel em outra;


Ao sinal do orientador da oficina, cada participante começa a pintar livremente no papel a sua frente,;


Haverá uma palavra de ordem que poderá ser “trocou”, ao sinal da qual cada participante sempre segurando sua tinta e seu pincel, se dirigira para a esquerda e reiniciará sua pintura no próximo papel, tomando-se o cuidado de não pintar por cima da interferência já feita pelo outro participante e circulando assim várias vezes por cada papel até que a folha toda receba uma camada de tinta através das pinceladas.


É importante que não fique aparecendo papel, pois está sendo executada uma atividade específica de tinta sobre papel e neste caso sempre deverá ter-se o efeito de tinta no acabamento do trabalho;


A identificação deverá ser executada após a tinta seca e de maneira discreta, preferencialmente usando tons que já estejam presentes no trabalho.
Conteúdos e objetivos que poderão estar sendo enfatizados:


Disciplina, organização, respeito, orientação espacial, coordenação motora fina e grossa, linhas, cores, luz e sombra, criatividade, produtividade, participação, aceitação, integração, contextualização de saberes culturais diversos, motivação de pesquisa da vida e obra de artistas, auto-avaliação.





Momentos da oficina.









O artista é o dono da cor que aplicada sobre as diversas pinturas, amplia os horizontes  significativos da obra de arte.

Sugestões de livros sobre arte:" A criança e seu desenho" de Philippe Greig,
                                                     "Olhos que Pintam. A leitura da imagem e o ensino da arte"                                                de              Anamélia Bueno Buoro.
                                                     "Pequena História das artes no Brasil de Duilio Batistone Filho.
                                                     "Quem vai decifrar o código?" Museu da Aventura de Thomas Buzina.
                                                      "Criança e Pintura" de Sandra Richter.



Sugestões para sala de aula: AAA1 Versão do Aluno, Literatura de Cordel
O texto apresenta uma visão de homem e do mundo que este homem cria e desnuda de verdades e histórias vividas.

Leituras para o próximo encontro: " Nem todo o uso da língua tem que se pautar pele norma culta" de Irandér Antunes.
Preparar o relato de uma atividade gramatical aplicada com alunos, forma de como trabalhas o conteúdo.


Encontro do dia 12/11



No primeiro momento: correção das atividades da aula anterior. Das questões sobre Variantes Linguísticas



Atividade em grande grupo: Montamos um Panô
 --Cada um escolhe uma gravura que está escrita numa folha.Que podem ser
segundo o critério pretendido do professor (casa, árvore, passáro, figura humana, gato, cachorro,sol, nuvem, flor,...). Esta figura é recortada em um tecido, que podem ser retalhos de diferentes cores e colada em um papel cartaz .
--Orientação: deve-se na hora da colagem respeitar o limite de espaço e da figura já colada do seu colega.
-- no final o trabalho pode ser exposto e a partir dela construir textos, listas,  limeriques, poemas,HQs,descrição, enfim uma variedade de gêneros textuais.

OBS: Atividade descontraida e divertida. Adorei!!!!


Video - O povo brasileiro - Matriz Tupi
 http://www.youtube.com/watch?v=qOrgka-jmQc
http://www.youtube.com/watch?v=5Xz9pfxErQE
http://www.youtube.com/watch?v=pjrxyQGg5t8

Baseado no livro homônimo de Darcy Ribeiro, com o prórpio, Chico Buarque e outros. Primeira parte com a nossa "herança índia" até a chegada dos portugueses.

Filme Desmundo. http://www.youtube.com/watch?v=xbZeXGFw4CI


Comentários sobre o filme: a língua, dinâmica e sofre as influências de outros povos, cultura,tempos e mudanças.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Idioma português antigo
Desmundo é um filme brasileiro de 2003, dirigido por Alain Fresnot. O roteiro, adaptação do livro Desmundo, de Ana Miranda, é de Sabina Anzuategui, Anna Muylaert e do próprio diretor.
A direção de fotografia é de Pedro Farkas, a trilha sonora, de John Neschling, e a edição e distribuição é da Columbia Pictures do Brasil.

Sinopse


O filme é ambientado em 1570, época em que os portugueses enviavam órfãs ao Brasil para que casassem com os colonizadores. A tentativa era minimizar o nascimento dos filhos com as índias e que os portugueses tivessem casamentos cristãos. Essas órfãs viviam em conventos e muitas delas desejavam ser religiosas. Oribela, uma dessas jovens, acaba casando obrigada com Francisco de Albuquerque. Elas não são convidadas a viajar, nem questionadas, são obrigadas a ir, sem o direito de escolha.
Todo o elenco aprendeu o português arcaico, tanto que o filme é apresentado com legendas para ajudar na compreensão.














Sugestões de atividades para fazer com alunos, do AAA1 Versão do Aluno,Unidade 2, como:
- p.59,  Linguagem Vaga, 
- p.61/62, Existe Linguagem errada?
- Da p. 57 a 67.
  
Texto Modalidades da Língua - Objetivo: caracterizar a língua oral e escrita.
  • A oralidade e a escrita são duas modalidades ou realizações da língua.
  • A norma culta é um dos dialetos da língua. É o dialeto utilizado na maioria absoluta dos documentos oficais e públicos de um país. Não é melhor nem pior do que os demais dialetos; por isso, seu uso não pode ser critério de discriminação ou valorização dos sujeitos.( Aliás, nenhum critério deve servir à discriminação).
  • Como a norma padrão, a norma culta é ensinada na escola. Seu conhecimento e dominio ajudará o aluno a ampliar sua competência linguística.
  • A literatura pode ou não utilizar a norma culta.Seu objetivo não é "ficar dentro das regras", mas buscar qualquer dialeto ou registro que melhor consiga criar a linguagem do mundo criado por ela, com seus significados.
  • As duas modalidades da língua - aoral e a escrita - são igualmente importantes e apresentam ambas as possibilidades de uso, tanto de registro formal quanto do informal.
  • As modalidades devem ser trabalhadas na escola tanto do ponto de vista da locução quanto da interlocução. Assim, ouvir e falar, ler e escrever, devem ser atividadesb constantes na sala de aula.
  • Nas atividades de linguagem, é fundamental oferecer aos alunos exemplos diversos de bons textos, orais e escritos, produzidos com objetivos e em situações diferentes, literários ou não literários, em registros e modalidades distintos, de modo a não estabelecer relações indevidas entre escrita, norma culta e registro formal e literatura, ou fala e informalidade. Para isso, os próprios textos produzidos pelos alunos podem ser ótimo material de discussão.   ( Resumo. TP1, p.87) .





quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Encontro do dia 05/11

Neste encontro inicimos os estudos no TP1.
Unidade 1 Variantes linguísticas da Língua: dialetos e  registros.

Dialetos: variantes comuns: etário
                                                 regional
                                                 sócio cultural (culto popular)
                                                 gênero
                                                 profissional
 A língua não se apresenta uniforme e única: ela apresenta variações, conforme os grupos que a usem. Cada uma das variantes da língua usada por um grupo apresenta regularidades, recursos normais para aquele grupo, e chama-se dialeto.

Registros: variantes do uso de cada sujeito: siruação de interação
                                                                               formal
                                                                               informal

Registro é a variante escolhida pelo sujeito em cada ato específico de comunicação, segundo o contexto. Podem se apresentar tanto na forma oral como escrita da língua. Os registros põem por terra a distinção do certo/errado, passando a discussão para o campo do adequado/inadequado.          ( TP1,p.26-40)



Vídeo  VIDA MARIA - refletir o tempo de ler e escrever de cada sujeito. Comentários sobre o vídeo. A história de muitas Marias - a rotina , a punição, não gostar e fazer repetir a mesma história de vida com seus filhos. Visão de mundo, a sobrevivência.

Texto de Drumond "Retrato Velho"  --  e  "Grande África" de Martha Medeiros.  Modos  de falar, em registro,  que representam a idade do falante, são os dialetos.

Atividade do AAA1 Versão do aluno, p.43.

Vício da Fala       de Oswald de Andrade

Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados.

TP1, p.14 Texto de Carlos Drumond de Andrade   Retrato de Velho
 comentário; choque de gerações que tem a ver com a linguagem - épocas

Relação com o texto Grande África de Martha Medeiros.

- Vídeo do Chico Bento visitando o shopping.Refletir a linguagem e suas variações.
No trabalho com alunos pode-se perceber que eles não apresentam preconceito linguístico e aceitam as diferentes falas dos personagens.


Leituras do TP1:

  • p.31. Cada uso individual e momentâneo da língua é o que chamamos REGISTRO.
  • Temos dois registros o FORMAL e o INFORMAL. p.33
  • p. 34 Cada texto é um texto. O formal da criança estará por certo próximo do informal.
  • p.44 e 45. Variante em seu grau de formalismo:Língua falada - oratório, formal deliberativo;coloquial,coloquial distenso;familiar.
  • Língua escrita:hiperformal, formal,semi-formal,pessoal. Conforme propõe Bowen(1972).
TAREFA :
Ler a Unidade 1, do TP1, e responder às questões seguintes: para o dia 12/11



1. Qual a concepção de LINGUAGEM para os sociolinguistas? Para os sociolinguistas, a linguagem não deve ser entendida como uma simples forma de comunicação, mas como interação, na qual os sujeitos envolvidos realizam uma açõ de mão dupla, um influindo sobre o outro, em função do lugar que ocupam nessa interação.



2. Que elementos são importantes no processo de interação? No processo de interação são importantes as condições em que os sujeitos envolvidos interagem: características do locutor (suas marcas pessoais , como conhecimentos, linguagem, posição,etc) , do interlocutor e do assunto.



3. Por que são importantes as condições sociais e históricas numa interação? Numa interação, são importantes as codições sociais e históricas pois é a partir delas que se dá cada interação, definindo modos diferentes de uso da língua.

4. Qual a relação que se estabelece entre sociedade, cultura e língua? Sociedade, cultura e língua são construções dos sujeitos. A cultura, entendida como o conjunto de formas do fazer, pensar e sentir de uma pessoa ou de uma sociedade, é uma construção histórica e varia no espaço e no tempo. A língua é, ao mesmo tempo, a melhor expressão da cultura e um forte elemento de sua transformação. As duas têm caráter dinâmico, em constante construção.


5. Por que podemos dizer que língua é um sistema aberto e em construção? Porque oferece inúmeras possibilidades da variação do uso, que criam, junto com o contexto, interações sempre novas  e irrepetíveis.


6. Quais são as formas de variação da língua? São de duas ordens: as variantes comuns a um grupo, chamadas de dialetos; as variantes do uso de cada sujeito, na situação concreta de interação, chamadas registros.


7. Depois de ler os textos RETRATO DE VELHO (p.14) e CIÚME (p.20), responda:


a) Que exemplos de variações lingüísticas são apresentadas nesses textos?
No texto1 - mandriona, pouca-vergonha, bandalho, conspurcando, leito, esbodejado.
No texto 2 - "ali, ó", "tá logo ali", "pega a minha irmã"...As duas personagens aqui exemplificadas apresentam variação da língua conforme a faixa etária da cada um.
b) Qual o critério que determina essa variação?
O critério da variação linguística das personagens é a idade das mesmas.
c) Em que aspectos diferem as falas das personagens?
A linguagem dos jovens é marcada por gírias, pela simplificações, com certa marca de rebeldia. E a do adulto torna-se  mais conservadora, comportada.
8. O que é norma?
É a forma como cada gupo usa sua língua.


9. Qual é a relação entre o pertencimento a grupos e o uso da língua?
Pertencer a um grupo ou usar a língua desse grupo é uma contingência, ou seja, é impossível fazer de conta que não pertence ou que não usa a língua de determinado grupo

10. O que é dialeto?
Cada grupo tem determinados traçs linguísticos normais. Essa norma de cada grupo constitui seu dialeto.

11. Quais os tipos de dialetos existentes?
São: o etário( criança, jovem, adulto), o geográfico ou  regional, o de gênero, o social( popular e culto), e o profissional.

12. O que é idioleto?
É o conjunto de marcas pessoais da língua de cada indivíduo, como resultante do cruzamento dos vários dialetos que constituem sua fala.

13. O que é registro?
É o uso individual e momentâneo da língua.
14. Quais são as modalidades de registro?
Há duas modalidades: informal (sem barreiras), e formal ( com barreiras). En tre os dois registros, há inúmeros graus de acordo com o número de barreiras, pressões e dificuldades do momento da interação: o lugar onde se dá, o sentimento do locutor no momento, sua expectativa, sua percepção e outros.

 
15. Qual a importância, do ponto de vista pedagógico, que nos apresenta o estudo dos registros?
Do ponto de vista pedagógico, em relação ao estudo dos registros, não tem sentido a distinção certo/errado, o que interessa é ver se o uso está adequado à sua situaçaõ de comunicação.


OBs: Correção da tarefa e comentários no dia 12/11



domingo, 22 de novembro de 2009

Tarefa - Foco Narrativo / Ponto de Vista dia 29/10

FOCO NARRATIVO E PONTO DE VISTA –



O processo de narrar acrescenta e vai constituir o mundo fictício. A narrativa só existirá se houver um fato para ser narrado. A percepção dos fatos narrados depende dos procedimentos utilizados pelo narrador. O modo usado pelo narrador controla a qualidade e a quantidade das informações que são necessárias para o registro do discurso. Técnicas criam a ilusão de proximidade ou de distanciamento do narrador diante dos fatos narrados. Quanto mais o narrador intervém mais ele conta e menos ele mostra. A perspectiva é o canal por onde são transmitidas as informações de quanto o narrador sabe. A focalização dos acontecimentos depende do ponto de vista do narrador e do conhecimento próximo ou distante do que narra. O foco narrativo esta ligado à relação entre ficção e realidade e à necessidade de verossimilhança da história mostrada seja literária ou oral. Sendo assim, temos o foco narrativo intimamente ligado com a posição que o narrador ocupa dentro do discurso narrativo, e com a forma que ele transmite a informação, logo tem relação com o ponto de vista assumido por ele dentro da narrativa. Assim.  o foco narrativo questiona quem narra? como? de que ângulo? É sinônimo de ponto de vista, de perspectiva ou mesmo do narrador.




domingo, 8 de novembro de 2009

Encontro do dia 29/10/09

  • Momento de sensibilização e trato de diferentes poemas: Leitura dos Poemas do fascículo da Revista Ler é Saber.

  •  Poema  de Mario Quintana Seiscentos e Sessenta e Seis.http://www.youtube.com/watch?v=AVaAFVw_5fU&feature=player_embedded


  • A partir das leituras reflexão: o que poderíamos fazer em apenas uma semana? O que cabe dentro de uma semana, e como?   


  • ----"Amar muuuuuuito, ler muuito, curtir a família, descanso, praia, diversos filmes, cinema, caminhada, muuuuito amor." 


  • Leitura dos depoimentos relação com a atividade do AAA1, p.118 . O TEXTO publicado na revista Época, criado pela agência W/Brasil, "Uma semana e vários pontos de vista".


  • Várias sugestões de atividades que podem ser realizadas com os alunos.


  • Qual o seu ponto de vista? Pense no assunto e reflita. Pode-se ter um só ponto de vista ou vários, vai depender do olhar de cada um.....



  • Leitura do texto "O Ponto de Vista", p.145 e 146, TP1.

Filme "Ponto de Vista"      http://www.youtube.com/watch?v=UCgh4k6iMIU
O ponto de vista tem dois sentidos, um concreto e um abstrato. No sentido concreto, ele indica o lugar real, físico, de onde você vê alguma coisa, que também ocupa um lugar. E no sentido abstrato, pode ser diferente a sua visão da de outra pessoa, conforme a história de vida que cada um possui.
 O ponto de vista  e a intertextualidade  tem relação com os conhecimentos prévios que cada um tem. O ponto de vista no filme traz o olhar particular  dos diferentes sujeitos envolvidos para o desenrolar do crime.


Tarefa: Qual a relação entre ponto de vista e o foco narrativo? ( elaborar um parágrafo explicando o seu ponto de vista).


Encontro do dia 22/10/09


  • Iniciamos com a leitura da crônica Dia do Professor , do Scliar, compartilhada, seguida em ciriculo, cada um leu um parágrafo.DESTACAMOS  oralmente  a tese argumentativa implícita e os argumentos usados em cada parágrafo do texto.

  • ARGUMENTAÇÂO   --- Para a comprovação - O importante é que, na construção do texto argumentativo, todos os argumentos conduzam ao mesmo objetivo e produzam os efeitos desejados no interlocutor.(p.40) TP6.  Os argumentos podem ser baseados em senso comum, provas concretas, por ilustração, por exemplo, de autoridade e o raciocínio lógico.    
                                                                                          

      A INTERTEXTUALIDADE  -- TP1 -- Unidade 4.p.133.

O diálogo entre textos: a intertextualidade.

             http://www.youtube.com/watch?v=_B0-uPU-QhY
             
            http://www.youtube.com/watch?v=y3hqMMZyNIw

 ATIVIDADE   de leitura. (p.142 - 144).
1. Os processos intertextuais que envolvem o texto inteiro:  
  paráfrase: acompanha de perto o texto original, como ocorre nos resumos, adaptações e traduções;
 paródia: inverte ou modifica a narrativa, sua lógica, sua ideia central. Em geral é crítica.
 pastiche: procura aproveitar a estrutura, o clima, determinados recursos de sua obra.
2. Os processos intertextuais pontuais, que retomam um ou alguns elementos do texto:
citação: consiste em apresentar um trecho, um dado da obra. O segundo texto procura deixar claro o texto original. No caso do texto verbal, o autor do original é indicado;
epígrafe: tem as mesmas características da citação, mas tem localização fixa: aparece sempre como abertura do segundo texto;
referência: é a lembrança de passagem ou de personagem de outro texto;
alusão:é o aproveitamento de um dado do texto, sem indicação ou explicitações.

Atividade do AAA1, p.98 e 99. Música de roda cantada. Teresinha de Jesus.http://www.youtube.com/watch?v=6xUPDt_thdM

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Encontro do dia 15/10

Mensagem - dia do professor - vídeo com música de Rubem Alves .  "A arte de educar".
     Os diferentes jeitos de olhar. Ver pelo olhar de uma criança. Trata dos diferentes modos de aprender - de como o professor pode aprender e de seus diferentes olhares na arte de ensinar.  A visão como o sentido mais desenvolvido do ser humano.

video Rubem Alves


Paralelo com Crônica "Dia do professor" de Moacyr Scliar. Enaltece e compara a arte de ensinar com diferentes profissões e que todas dependem e passam pelo ensino de um mestre.(ZH,13/10/09)   

"Os professores têm muitas razões para comemorar o seu dia.[...].Mas a coragem com que enfrentam o desafio, que diante deles é colocado,é admirável." Scliar


"As crianças não têm ideias religiosas
mas têm
experiências místicas.
Experiências místicas não é ver
seres de um outro mundo.
É ver este mundo iluminado
pela beleza."    Rubem Alves.

"O ato de ver também precisa ser aprendido" .Rubem Alves

Sugestão:
Indicação do gênero propaganda para a construção da argumentação. No TP6 da p.15 a 29, as atividades apresentam-se de fácil acesso para os alunos do fundamental, séries finais.

         "O importante é que, na construção do texto argumentativo, todos os argumentos conduzam ao mesmo objetivo e produzam os efeitos desejados no interlocutor.
      Os recursos - argumentos - de que um autor se vale para comprovar sua tese apresentam variadas maneiras de se construir:
 1)argumentos baseados no senso comum, ou no consenso, são verdades aceitas culturalmente, sem necessidade de comprovação.
  2)argumentos baseados em provas concretas trazem para o texto informaçõesnque resultam em pesquisa, estatística e similares.
  3)a argumentaçaõ por ilustração mostra uma situação genérica e apresenta, como comprovação, uma sigularização dessa situação.
  4)a argumentação por exemplo usa, inicialmente, um exemplo ou um caso específico, para em seguida, generalizar e extrair uma conclusão geral.
 5)o argumento de autoridade recorre a fontes de informação renomadas, como autores, livros, revistas especializadas, para demonstrar a veracidade da tese.
 6)argumentos por raciocínio lógico- como  diz o nome - são argumentos que resultam de relações lógicas. Os mais comuns comuns são os de causa e consequência e os de condição.".( TP6, p.40)

Atividade, em duplas, avaliar os argumentos usados em diferentes propagandas (de jornais e revistas) para convencer o seu público alvo a adquirirem ou aderirem ao objeto promovido.
Comentários e reflexão no grande grupo.

Sugestão das atividades do TP6 na Versão do Aluno.p.33
 Aula 8- Os segredos das imagens.
Aula 19 - e 20 - p.46/47
 Leitura e estudo dos "quadros amarelos", os tipos de argumentação, das páginas28/32/34/36.

Obs: nossa formadora e também professora Luciane nos presenteou com um especial intervalo e com um gostoso lanche. Adoramos profe!!!!  Bom, a profe também recebeu carinhos e presente.!!! Muito bom!!

Polêmica: professores angustiados com a gramática que está sendo cobrada nas provas de seleção para o Ensino Médio das escolas da redondeza. Muitos pediram uma orientação, já que os TPs não trazem execícios especificamente de gramática. Pediram algumas sugestões.( como cobrar ).

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Encontro do dia 08/10/09


Primeiro momento - Leitura do poema de Vinicius de Morais "Feijoada à minha moda", intercalada, todas nós lemos uma estrofe e cada uma colocava um grão de feijão dentro do saquinho que simbolizava a grande feijoada. Este poema pode ser apresentado aos alunos como comparativo entre receitas culinárias, especificando as diferenças e destacando o estilo do autor, que em forma poética enviou uma carta-receita para uma grande amiga.
Ver video na barra lateral do blog.
 

Relato das atividades realizadas com alunos sobre coesão e coerência apontadas no TP5, da unidade 19 do AAA5 Versão do Aluno,p.71-96.

TP6 .Leitura do texto "Os indigenas: testemunhos da mãe terra", Leonardo Boff. p.126.
Processo de revisão de textos . Tipo de retorno que os professores dão aos alunos. Essa correção deve ser coerente e bem esclarecida para que o aluno tenha vontade de retornar o texto a fim de melhorar sua qualidade de escritor.

Por exemplo, podemos combinar com os alunos uma série de códigos que busquem facilitar a compreensão e por sua vez a correção dos textos. Para alcançar o fim único de qualificar a produção textual do aprendente.
Muito importante!! Nossas aulas de produção textual precisam de  uma situação sócio-comunicativa, claro, mas sem perder de vista as convenções da escrita em língua portuguesa.

Momento de troca de sugestões: 

Um procedimento interessante é que o professor apresente listas que possam ajudar seu aluno no momento da revisão do texto. Algumas colegas apresentaram suas maneiras de colocarem uma listagem de códigos para auxiliarem seus alunos. Várias: em um cartaz no fundo da sala, num mural fixo, em uma folha uma listagem para que o professor assinale com um X na dificuldade apresentada no texto, lista no quadro negro, ou só algumas letras, mas devem ser acordadas anteriormente com os alunos.

Textos " Questões para avaliar as produçoes textuais" e " O significado da reescrita de textos na escola: a (re)construção do sujeito autor"de Elizabeth Dias da Costa Wallace Megolo e Leandro W. Menegolo.        Momento de leitura e reflexão.
Comentários de algumas partes do texto.
 Do texto: aluno sujeito-autor; reconstruirá seu texto como sujeito-avaliador; quando recebe o texto para reescrever precisa assumir a posição de sujeito-leitor de sua própria produção.
 
"Escrever um texto é 90% transpiração e 10% inspiração".

Conforme os PCNs o professor deve ser o mediador do processo ensinoaprendizagem, como alguém que transmite o valor que a língua tem para si e o valor que poderá ter para o outro.



Tarefa: leitura da p.148 do TP6.

Projeto promover bons leitores - palestra Maritza  "Formar leitores", neste dia 08/10, às 18horas.
       "Ao ouvir um poema ou história, entra-se no universo da língua que
         Não é de todo dia, mas língua domingueira, cheia de cor,
          elegância." Marly Amarilha

Proposta para organizar um projeto de leitura em sala de aula. Os passos apresentados na palestra;
-motivação - despertar o desejo de ler- atividade de pré leitura.Mostrar o livro.
-Leitura - Compartilhada, individual, professor leitor)
-exploração do texto
-extrapolação do texto- além do que ouviu ou leu.(atividade lúdica)
 " Conselho o professor deve frequentar a biblioteca da escola como leitor  e não só como professor. pra dar o exemplo".

 O livro é o mestre dos mestres.

Atividade realizada com aluno - para o dia 08/10.


   A atividade escolhida foi da Aula 8 " O enlace de ideias", p.71-72., do AAA5 Versão do Aluno. ( Esta atividade foi aplicada em duas turmas de 6ªséries).
   Dividi a tarefa em dois momentos, como o sugerido, parte A e parte B.
   Na parte A, as perguntas, porém os alunos só poderiam registrar as respostas delas, numa folha: 
     1)Escreva um nome próprio ( de preferência que não seja da sala de aula);
     2)Escreva o nome de um lugar (bairro, país, cidade ou estado);
     3)Escreva um número de sua preferência;
     4)Qual é sua cor preferida?;
     5)O que para você é um defeito?;
     6)Indique um intervalo de tempo( hora, dia, meses, anos,décadas, séculos);
     7)Indique uma quantia em dinheiro;                                                                        
     8)Qual é a música ou banda de sua preferência?;
     9)Diga o nome de um local comum(em casa, na escola, no caminho);
    10)Qual é sua comida preferida?

Em seguida, a parte B, em outra folha, outras perguntas, que eles deveriam  agora copiá-las.

    1)o nome da sua noiva/noivo;
    2)o lugar onde se conheceram;
    3)o número do seu sapato;
    4)a cor dos olhos dele ou dela;
    5)é o seu único defeito;
    6)tempo de duração do namoro e noivado;
    7)dinheiro disponível para o casamento e lua de mel;
    8)música ou banda que tocou durante a cerimônia do casamento;
    9)local da lua de mel;
    10)único cadápio da lua de mel.
  
 Depois, de posse das duas partes, é possível construir, detalhadamente, a hiatória desse "Enlace matrimonial". Reúna as informações do seu personagem e monte o seu texto.
  O resultado foi  um momento descontraído, durante essa leitura das duas partes juntas todos acharam muita graça e deram boas risadas.
    Após a escrita do texto, em circulo, alguns alunos leram o seu próprio texto e outros preferiram ler o de seus colegas. A aula foi descontraída.
     
      Destaco aqui alguns textos de alunos da 6ªsérie.